VII SITRAER 26 a 28 de novembro de 2008
TEMAS
26 NOVEMBRO | 1º ANDAR       
Horário Itaipu A Itaipu B Foyer
8:00-9:00   RECEPÇÃO E CREDENCIAMENTO
9:00-9:30   COFFEE-BREAK
9:30-11:00 Abertura do VII SITRAER  
11:00-12:25 Palestras Técnicas
1A+1B
A VISÃO DE FUTURO DOS AEROPORTOS
Descrição: Muito está sendo dito sobre o papel do transporte aéreo, não somente como componente do sistema de transporte, mas também como elemento fundamental para o desenvolvimento sócio-econômico das nações. Neste contexto, novos papéis foram imaginados para aeroportos, tais como: “aeroporto-indústria” (em que linhas de produção industrial e outras atividades industriais são instaladas dentro da área do aeroporto ou áreas ao redor), “aeroporto-cidade” (aerotrópolis) etc. O papel dos aeroportos evoluiu de uma abordagem de hub mono-modal para outra, multimodal, e daí para o conceito “multipoint firm”. Alguns discutem que o rendimento principal dos aeroportos não deverá estar concentrado no rendimento aeronáutico, mas no não-aeronáutico. Além disso, o conceito de receita não-aeronáutica vai além das atividades relacionadas aos passageiros, como áreas de alimentação ou estacionamento. Isto leva a interpretar os aeroportos como provedores de serviços para outros setores produtivos, além daqueles relacionadas aos passageiros ou ao movimento de carga.  Entretanto, quando se analisa a composição do rendimento de aeroportos maiores observa-se, em alguns deles, uma predominância de rendimentos aeronáuticos. Como podemos decidir que atividades devem ser perseguidas? Devemos entender o papel do aeroporto considerando a rede de transportes ou as vocações regionais/locais, ou ambas? Como equilibrar interesses locais, nacionais e internacionais?
12:25-13:45 ALMOÇO
13:45-15:00 Palestras Técnicas
2A
O MODELO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO BRASILEIRO E SUA INTEGRAÇÃO COM OUTROS SISTEMAS
Descrição: O atual modelo concebido para o mundo prevê a total integração e interatividade entre os diversos sistemas instalados, respeitando a soberania de cada estado da região na escolha do sistema a ser adotado, desde que se respeitem as Normas preconizadas pela OACI. Como o Brasil e a região vem se preparando para isso? O que tem sido feito? Palestras Técnicas
2B
UTILIZAÇÃO DO GPS: POSSIBILIDADES E RISCOS
Descrição: A navegação por satélite preconiza o uso, cada vez mais constante do GPS. Essa navegação é segura? O que as empresas aéreas, os fornecedores estão fazendo para aumentar a confiabilidade? O Controle muda? O que muda? Quais as restrições atuais? MESAS DOS PATROCINADORES e POSTERS
15:00-16:15 Palestras Técnicas
3A
DIREITO REAL DE USO DE INSTALAÇÕES AEROPORTUÁRIAS
Descrição: A pressão de uso dos espaços nos aeroportos tem crescido consideravelmente com o crescimento do tráfego aéreo. O direito de uso de instalações aeroportuárias por empresas que não estão utilizando as instalações tem sido apontado como um elemento constrangedor da melhoria dos serviços e da ampliação da operação de empresas que estão em atividade. Uma vez que os aeroportos têm espaços limitados de expansão de suas instalações e em vários aeroportos estes espaços estão alocados a empresas que não estão em operação, quais seriam as alternativas para se utilizar mais plenamente as instalações aeroportuárias? Devemos entender o papel do aeroporto considerando a rede de transportes ou as vocações regionais/locais? Como equilibrar interesses locais, nacionais e internacionais? Palestras Técnicas
3B
IMPORTAÇÃO DE PEÇAS E EQUIPAMENTOS AERONÁUTICOS
Descrição: Importação de peças e equipamentos é um problema de todas as atividades de alta tecnologia no Brasil. Os procedimentos de importação dificultam extremamente tanto as empresas privadas e estatais como as próprias organizações do Governo. Procedimentos, prazos e custos de importações tornam as cadeias de suprimento das empresas e organizações que dependem de insumos importados no Brasil menos atrativas para as empresas e resultam em menor eficiência das empresas e organizações do governo. Os próprios parques de manutenção do Comando da Aeronáutica sofrem com os procedimentos de importação. Onde estão os gargalos? Quais modelos de importação seriam necessários para disponibilizar peças e equipamentos aeronáuticos no Brasil de forma competitiva a nível internacional?
16:15-16:45             COFFEE-BREAK
16:45-18:00 Palestras Técnicas
4A + 4B
REGULAÇÃO NA AVIAÇÃO CIVIL
Descrição: A mobilidade de passageiros e cargas nas áreas mais afastadas dos grandes centros econômicos tem sido reduzida, resultado de estas áreas estarem sendo menos servidas pela aviação regular no Brasil (transporte aéreo regional). Nos últimos anos houve uma concentração da operação regular em duas empresas aéreas brasileiras, as quais concentram suas operações nos aeroportos dos principais centros econômicos e do principal centro político do Brasil. Esta concentração gera uma pressão sobre as infra-estruturas aeroportuária e aeronáutica, resultando em congestionamentos e atrasos. Tempo de viagem e oferta de freqüência são parâmetros de qualidade para os usuários do transporte aéreo, principalmente porque a grande maioria das viagens aéreas no Brasil é a negócios. Embora não se tenha uma medida precisa, estimam-se em bilhões de Reais as perdas em congestionamentos e negócios nos últimos anos. Por ser considerado um setor estratégico e vital para a soberania e o desenvolvimento nacional existem percepções de que deva haver uma presença marcante de empresas nacionais no provimento dos serviços de transporte aéreo internacional e uma exclusividade no doméstico. De outra forma, existem correntes a favor da liberalização do mercado como mecanismo de promover a eficiência e melhores serviços aos usuários do transporte aéreo no Brasil, e que isto não compromete a soberania e promoverá de forma mais eficiente o desenvolvimento. Quais os principais desafios da regulação na aviação civil brasileira diante das diversas correntes de opinião e cenários plausíveis? Quais os impactos dos acordos internacionais no mercado de aviação civil no Brasil? Quais os principais pontos que a regulação deve se ater para garantir os interesses da sociedade brasileira? MESAS DOS PATROCINADORES e POSTERS
               
18:00-19:00 ASSEMBLÉIA DA SBTA  
               
27 NOVEMBRO | 1º ANDAR       
Horário Itaipu A Itaipu B Foyer
9:00-10:30 Palestras de Convidados
1A
TI EM TRANSPORTE AÉREO
Descrição: TI envolve não somente a teoria do transporte aéreo e a tecnologia, mas igualmente os subjacentes modelos computacionais e a engenharia de software. Nesta sessão se discutirá o estado de arte na pesquisa e no desenvolvimento da TI em transporte aéreo no Brasil e no mundo. Palestras Empresariais
1B
FABRICANTES DE AERONAVES E INVESTIMEN-TOS EM INFRA-ESTRUTURA
Descrição: O mercado de aviação civil no Brasil está crescendo a taxas elevadas. O Brasil apresenta problemas de infra-estrutura aeroportuária e aeronáutica, e mesmo de disponibilidade de aeronaves para atender à demanda. Esta disponibilidade pode ser vista pela quantidade e pelo tipo de aeronaves adequadas para atender o mercado brasileiro. A questão dos investimentos tem sido colocada como um dos fatores responsáveis pelos congestionamentos e atrasos. Como os fabricantes de aeronaves vêem as oportunidades deste mercado. Como os órgãos financiadores vêem as oportunidades de investimentos nos aeroportos e infra-estrutura aeronáutica? MESAS DOS PATROCINADORES e POSTERS
10:30-11:00   COFFEE-BREAK
11:00-12:30 Palestras de Convidados
2A
O ESTADO DA ARTE NA PESQUISA SOBRE TRANSPORTE AÉREO
Descrição: O Brasil possui um reduzido número de pesquisadores na área de aviação civil, principalmente fora do âmbito do Ministério da Defesa. Quando fazemos pesquisa a nível internacional, encontramos grandes autoridades do setor fora da área da defesa. Onde estão localizados os principais centros de pesquisas sobre aviação civil no mundo? Como são financiadas as pesquisas nestes centros? Qual o estado da arte em pesquisas em aeroportos, empresas aéreas, controle de espaço e de tráfego aéreos etc? Quais os principais temas de pesquisa em transporte aéreo da atualidade? Quais os principais desafios de pesquisa para o futuro? Palestras sobre os Trabalhadores do Setor
2B
INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E O TRABALHADOR NO SETOR DE TRANSPORTE AÉREO
Descrição: O transporte aéreo é uma atividade de alto valor agregado e onde a tecnologia tem um papel fundamental. As mudanças tecnológicas desafiam o trabalhador do setor a estar sempre revendo suas habilidades e conhecimentos. Quais as principais mudanças tecnológicas que afetaram o perfil e a produtividade dos trabalhadores do setor no passado? Quais as principais mudanças tecnológicas que afetarão o perfil e a produtividade dos trabalhadores do setor no futuro? Quais as estruturas de treinamento necessárias para lidar com as mudanças tecnológicas? Como as mudanças tecnológicas podem afetar a produtividade dos trabalhadores do setor? Com a entrada de novos sistemas, novas tecnologias e novos procedimentos, o que cada órgão vem fazendo para manter seus recursos humanos atualizados e renovados? MESAS DOS PATROCINADORES e POSTERS
12:30-14:00 ALMOÇO
14:00-15:30 Palestras Empresariais
3A
COMPETITIVI-DADE INTER-NACIONAL DAS EMPRESAS AERONÁUTICAS BRASILEI-RAS
Descrição: Embora as duas maiores empresas brasileiras de transporte aéreo tenham apresentado uma excelente lucratividade nos últimos anos, existe uma preocupação que as condições gerais no Brasil não forneçam condições equilibradas para que elas possam competir com as grandes empresas internacionais interessadas no mercado brasileiro. Desde a saída da VARIG do mercado internacional de longo curso as empresas brasileiras não foram capazes de conquistar uma participação no mercado de passageiros internacionais do porte do que havia quando da operação dessa empresa, que era na faixa dos 50%. Atualmente, estima-se que as empresas brasileiras participem com menos de 20% do mercado, o que significa uma redução de receita das empresas nacionais de vários bilhões de reais nos últimos anos. Com um mercado aquecido, as empresas de outros países vêm crescendo sua oferta de destinos e freqüências para o Brasil. De acordo com notícia da imprensa, de ampliação das oportunidades para as empresas da América do Norte e européias acessarem o mercado brasileiro, tudo indica que haverá um crescimento da oferta das empresas daqueles países com destino ao Brasil. As empresas brasileiras terão condições de competir neste cenário de aumento das liberdades dos “Céus Abertos” entre Brasil e Estados Unidos, ou entre Brasil e União Européia? Quais os pontos de desequilíbrio competitivo que não permitiriam às empresas brasileiras terem uma parcela razoável do mercado de passageiros e carga internacional do Brasil? Existe possibilidade da abertura para as empresas estrangeiras se estender ao mercado doméstico? Se sim, haveria possibilidade da existência de empresas nacionais com participação significativa no mercado? Palestras Empresariais
3B
TECNOLOGIAS DE  SERVIÇOS PARA O SETOR DE TRANSPORTE AÉREO
Descrição: Empresas fornecedoras de partes, equipamentos, serviços e insumos para as atividades da aviação civil são fundamentais para o bom desempenho do sistema. Assim, é importe se saber como essas empresas entendem o seu papel na cadeia de suprimentos do setor. Desta forma, solicitamos aos expositores que apresentem as tendências tecnológicas de suas áreas de atividade e como estas contribuem para agregar valor à cadeia de suprimentos nas quais estão envolvidos. Quais as perspectivas e necessidades do setor para que a empresa nacional se perpetue e possa crescer com segurança, mediante o atual panorama no transporte aéreo nacional. Quais suas maiores preocupações? MESAS DOS PATROCINADORES e POSTERS
15:30-16:00   COFFEE-BREAK
16:00-17:30 Palestras Técnicas
4A
O CRESCIMENTO DO SETOR DE TRANSPORTE AÉREO E DA INFRA-ESTRUTURA AERONÁUTICA E AEROPORTUÁRIA
Descrição: O transporte aéreo vem crescendo a taxas substanciais no Brasil. Nos últimos anos se argumenta que as infra-estruturas aeroportuárias e aeronáuticas não teve os investimentos adequados para atender ao crescimento da demanda, gerando congestionamentos e por conseguintes grandes atrasos nas operações. Investimentos em infra-estrutura de transporte aéreo são caros e de longo prazo, de outra forma investir em ampliações por questão de demandas conjunturais pode resultar em grande ociosidade da infra-estrutura no futuro, o que é altamente custoso para a sociedade. Quais as alternativas para se atender a demanda de serviços do setor de forma adequada? Quais os gargalos para se adequar demanda e oferta? Qual o investimento necessário para se adequar demanda e oferta? Projetos intermodais não poderiam reduzir a pressão de demanda em áreas onde a ampliação de infra-estrutura de transporte aéreo tem custos extremamente elevados, ou mesmo é impossível? Estamos falando em crescimento, somente, ou estamos realmente crescendo? Esse crescimento é sustentável? Estamos preparados? O que falta ser feito? Palestras Empresariais
4B
TURISMO E TRANSPORTE AÉREO
Descrição: Argumenta-se que o Brasil possui um potencial da indústria turística bem maior do que se observa. Vários são os fatores apontados para esse baixo desempenho da indústria. A mobilidade proporcionada para os turistas pelo transporte aéreo pode ser um grande aliado na melhora da indústria de turismo. Como o transporte aéreo contribui para turismo a nível mundial? Quais os níveis de serviço (preço, malha, freqüência e qualidade) do transporte aéreo que seriam vistos como adequados para o turismo no Brasil? Quais as localidades brasileiras onde o serviço de transporte aéreo pode ser visto como um gargalo para o turismo? MESAS DOS PATROCINADORES e POSTERS
               
28 NOVEMBRO | 1º ANDAR
Horário Itaipu A Itaipu B Foyer
9:00-10:30 Palestras Técnicas
1A + 1B
PLANEJAMENTO DINÂMICO DE AEROPORTOS
Descrição: De forma crescente se reconhece a necessidade de flexibilidade no planejamento a longo prazo dos aeroportos. A confiança rígida nas previsões conduziu a erros custosos no passado recente. Estes erros tomaram duas formas: a construção das facilidades aeroportuárias que permanecem pouco utilizadas por anos e/ou transformações inadequadas motivadas por tendências conjunturais. Ambos podem ser caros, pois recursos limitados de capital são imobilizados em facilidades não utilizadas; custos operacionais são alocados a edifícios vazios; ou, inversamente, o aeroporto opera na modalidade de crise, apressando projetos de construção para atender mercados em crescimento. Os planejadores de aeroportos devem aceitar que não podem adequadamente prever o futuro. Uma resposta é o planejamento estratégico dinâmico - uma forma de planejamento que aceita um amplo conjunto de resultados futuros possíveis. Esta abordagem tem duas dimensões: uso mais flexível das previsões e construção de facilidades que dão aos operadores de aeroportos opções para lidar com as incertezas. Esta seria uma abordagem adequada para o Brasil? Quais as premissas necessárias para se obter resultados favoráveis através do planejamento dinâmico de aeroportos no Brasil? Esta forma de planejamento está sendo utilizada em outros países? Como são os resultados? MESAS DOS PATROCINADORES e POSTERS
10:30-11:00   COFFEE-BREAK
11:00-12:30 Palestras Técnicas
2A
IMPLEMENTAÇÃO DO CNS/ATM E SUAS IMPLICAÇÕES PARA AS EMPRESAS AÉREAS E PARA AS INFRA-ESTRUTURAS AERONÁUTICA E AEROPORTUÁRIA
Descrição: Qual será o impacto físico e financeiro que as novas tecnologias a serem aplicadas pelas empresas aéreas e na infra-estrutura de apoio ao transporte aéreo gerarão? Qual o planejamento que está sendo utilizado? Palestras Técnicas
2B
SEGURANÇA NAS OPERAÇÕES AÉREAS
Descrição: O que tem sido feito pelos órgãos responsáveis e o que ainda deve ser feito para diminuir, ainda mais, os riscos de acidentes aéreos, no Brasil? MESAS DOS PATROCINADORES e POSTERS
12:30-14:00 ALMOÇO
14:00-15:30 Palestras Técnicas
3A+3B
NOVA ESTRUTURA DA ADMINISTRAÇÃO DE AEROPORTOS BRASILEIROS - A ABERTURA DE CAPITAL DA INFRAERO É SUFICIENTE?
Descrição: A preocupação com a eficiência e qualidade dos serviços aeroportuários é mundial. A busca de estruturas gerenciais dos serviços aeroportuários tem levado a inúmeras proposições. A privatização é sempre citada como opção de melhoria, quando os aeroportos estão sendo administrados por empresas públicas. Argumenta-se que com a privatização o capital privado iria fazer os investimentos necessários para adequar a infra-estrutura aeroportuária à demanda das empresas. No Brasil alguns poucos aeroportos apresentam uma receita maior que a despesa. O sistema aeroportuário do país é altamente interdependente, os investimentos são decididos de forma centralizada. Quais as alternativas para a estrutura de administração dos aeroportos brasileiros? A abertura de capital da Infraero é suficiente? Quais as lições aprendidas a nível mundial? Os exemplos de sucesso observados em outros países podem ser reproduzidos no Brasil? A privatização leva realmente ao melhor desempenho do sistema aeroportuário? MESAS DOS PATROCINADORES e POSTERS
15:30-16:00   COFFEE-BREAK
16:00-18:00 SESSÃO DE ENCERRAMENTO
(POSSE DO NOVO PRESIDENTE DA SBTA E PREMIAÇÃO DE TRABALHOS)
 
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